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	<title>Comentários para Kinoforum Crítica Curta 2009</title>
	<link>http://blog.kinoforum.org.br</link>
	<description>Oficina de crítica do 20º Festival Internacional de Curtas-metragens de SP</description>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 02:08:07 +0000</pubDate>
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		<title>Comentário em No ritmo da vida por Vinicius</title>
		<link>http://blog.kinoforum.org.br/2009/08/27/no-ritmo-da-vida/#comment-30440</link>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 13:27:52 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.kinoforum.org.br/2009/08/27/no-ritmo-da-vida/#comment-30440</guid>
					<description>Ola Mariana Serapicos, acompanhei o festival e gostei muito da sua crítica!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ola Mariana Serapicos, acompanhei o festival e gostei muito da sua crítica!
</p>
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				</item>
	<item>
		<title>Comentário em O desprezo de Jean-Luc Godard por Celio Penteado</title>
		<link>http://blog.kinoforum.org.br/2009/08/23/o-desprezo-de-jean-luc-godard/#comment-30370</link>
		<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 04:06:54 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.kinoforum.org.br/2009/08/23/o-desprezo-de-jean-luc-godard/#comment-30370</guid>
					<description>Poxa, Renato, que pena que você levou o filme a sério.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Poxa, Renato, que pena que você levou o filme a sério.
</p>
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				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Vergonhas do crescimento por Ana Minehira</title>
		<link>http://blog.kinoforum.org.br/2009/08/23/vergonhas-do-crescimento/#comment-30369</link>
		<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 02:34:05 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.kinoforum.org.br/2009/08/23/vergonhas-do-crescimento/#comment-30369</guid>
					<description>Sem esquecer de citar que Laurita tem muitas referências dos filmes argentinos de Lucrécia Martel,
Um filme que de forma sutil trás as crises da mudança do universo infantil para o estranho mudo de descobertas adolescentes!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sem esquecer de citar que Laurita tem muitas referências dos filmes argentinos de Lucrécia Martel,<br />
Um filme que de forma sutil trás as crises da mudança do universo infantil para o estranho mudo de descobertas adolescentes!
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Antes e depois por Ana Minehira</title>
		<link>http://blog.kinoforum.org.br/2009/08/23/antes-e-depois/#comment-30368</link>
		<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 02:29:54 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.kinoforum.org.br/2009/08/23/antes-e-depois/#comment-30368</guid>
					<description>Entendo essa sua descrição de que o espectador fica na espera
Mas acho que é algo que foi provocado para nós levar a reflexão dessas perdas...

Eu assisti o filme, nessa quarta-feira...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Entendo essa sua descrição de que o espectador fica na espera<br />
Mas acho que é algo que foi provocado para nós levar a reflexão dessas perdas&#8230;</p>
<p>Eu assisti o filme, nessa quarta-feira&#8230;
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Fractal de anseios por Rogério Pixote</title>
		<link>http://blog.kinoforum.org.br/2009/08/27/fractal-de-anseios/#comment-30362</link>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 20:00:13 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.kinoforum.org.br/2009/08/27/fractal-de-anseios/#comment-30362</guid>
					<description>"O que mais dizer sobre ele, que ainda filosofa quando conversa informalmente com a vida, nesse conjunto de coisas que formam um grande muro de guerra, um fractal, um ser humano?"

Seu nome!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O que mais dizer sobre ele, que ainda filosofa quando conversa informalmente com a vida, nesse conjunto de coisas que formam um grande muro de guerra, um fractal, um ser humano?&#8221;</p>
<p>Seu nome!
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em O deleite do vazio por Renato Batata</title>
		<link>http://blog.kinoforum.org.br/2009/08/27/o-deleite-do-vazio/#comment-30359</link>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 18:08:06 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.kinoforum.org.br/2009/08/27/o-deleite-do-vazio/#comment-30359</guid>
					<description>Angelo,
Não considerei seu comentário como ofensa. Pelo contrário, foi pertinente. Só pontuei que o espaço para obras que não seguem as fórmulas fáceis e repetitivas praticadas em massa desde o começo do cinema é pequeno. Um filme como Cinema, Aspirinas e Urubus, que poderia passar em qualquer cinema, estreiou no Brasil com cerca de 17 cópias. 17 cópias para o país inteiro! Enquanto temos filmes que ocupam sozinhos 30% das salas de exibição. E olha que o filme nem experimenta como outras obras, mas vai por outro caminho que o cinema inspirado nos moldes hollywoodianos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Angelo,<br />
Não considerei seu comentário como ofensa. Pelo contrário, foi pertinente. Só pontuei que o espaço para obras que não seguem as fórmulas fáceis e repetitivas praticadas em massa desde o começo do cinema é pequeno. Um filme como Cinema, Aspirinas e Urubus, que poderia passar em qualquer cinema, estreiou no Brasil com cerca de 17 cópias. 17 cópias para o país inteiro! Enquanto temos filmes que ocupam sozinhos 30% das salas de exibição. E olha que o filme nem experimenta como outras obras, mas vai por outro caminho que o cinema inspirado nos moldes hollywoodianos.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em O deleite do vazio por Angelo</title>
		<link>http://blog.kinoforum.org.br/2009/08/27/o-deleite-do-vazio/#comment-30358</link>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 17:52:00 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.kinoforum.org.br/2009/08/27/o-deleite-do-vazio/#comment-30358</guid>
					<description>Renato,
curioso o fato de um comentário a favor de filmes que dialoguem com o público soar quase como ofensa e ser transformado numa critica socialista simplista do tipo "filmes que visam apenas o ganho nas bilheterias". Não falei em bilheteria, falei em público; falei em recepção. Fazer cinema é um ciclo que se completa com a recepção da obra. Esse é um clichê que vale.
Também discordo do maniqueísmo proposto na relação cinema criativo x fórmulas comerciais. Acho que podemos trabalhar numa escala muito mais ampla de opções.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Renato,<br />
curioso o fato de um comentário a favor de filmes que dialoguem com o público soar quase como ofensa e ser transformado numa critica socialista simplista do tipo &#8220;filmes que visam apenas o ganho nas bilheterias&#8221;. Não falei em bilheteria, falei em público; falei em recepção. Fazer cinema é um ciclo que se completa com a recepção da obra. Esse é um clichê que vale.<br />
Também discordo do maniqueísmo proposto na relação cinema criativo x fórmulas comerciais. Acho que podemos trabalhar numa escala muito mais ampla de opções.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em O deleite do vazio por Raul</title>
		<link>http://blog.kinoforum.org.br/2009/08/27/o-deleite-do-vazio/#comment-30357</link>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 17:39:51 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.kinoforum.org.br/2009/08/27/o-deleite-do-vazio/#comment-30357</guid>
					<description>Renato,
A grande questão sobre o casal é que a relação do casal não é construída, criticada ou destruída. Ela não se realiza, as imagens não conseguem sustentar essa relação, o que cria a necessidade da muleta sonora do rádio. É um típico caso de auto-indulgência (nesse caso, escancarada).
"Mira" é uma obra aberta? Na minha opinião até demais e não por suas qualidades e sim pelas fraquezas. Gosto muito de pensar que nem tudo que reluz é ouro e nem tudo que bóia é bosta. "Mira" não pode ser demonizado, mas acho que o frisson é exagerado mesmo. O que me despertou não foi tanto o filme e sim sua crítica que acho bem escrita, mas encantada com muito pouco a ponto de achar que algo tão rasteiro quanto explicar suas referências verbalmente no rádio é perdoável.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Renato,<br />
A grande questão sobre o casal é que a relação do casal não é construída, criticada ou destruída. Ela não se realiza, as imagens não conseguem sustentar essa relação, o que cria a necessidade da muleta sonora do rádio. É um típico caso de auto-indulgência (nesse caso, escancarada).<br />
&#8220;Mira&#8221; é uma obra aberta? Na minha opinião até demais e não por suas qualidades e sim pelas fraquezas. Gosto muito de pensar que nem tudo que reluz é ouro e nem tudo que bóia é bosta. &#8220;Mira&#8221; não pode ser demonizado, mas acho que o frisson é exagerado mesmo. O que me despertou não foi tanto o filme e sim sua crítica que acho bem escrita, mas encantada com muito pouco a ponto de achar que algo tão rasteiro quanto explicar suas referências verbalmente no rádio é perdoável.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em O deleite do vazio por Renato Batata</title>
		<link>http://blog.kinoforum.org.br/2009/08/27/o-deleite-do-vazio/#comment-30355</link>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 16:48:42 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.kinoforum.org.br/2009/08/27/o-deleite-do-vazio/#comment-30355</guid>
					<description>Angelo,
Concordo com o Vebis, tem espaço pra todo mundo (ou deveria ter). Porque afinal existem poucos espaço para o cinema criativo que não repete fórmulas e que não visa apenas o ganho nas bilheterias. E concordo com o que você disse sobre o curta ser um formato que possibilita maior experimentação. Isso por si só já justifica a existência de "Mira".
Nina,
Se você não entendeu o filme, recomendo que reveja-o ou converse com o diretor, ele poderá elucidar suas dúvidas. Não é meu papel explicar o filme, meu texto pretende discutir alguns aspectos, fazer uma reflexão. Sair ofendendo as pessoas não vai ajudá-la a entender o filme. Além de ser feio, demonstra uma precariedade de argumentos.
Raul,
Concordo com suas colocações, a não ser sobre o filme não ser narrativo. "Mira" conta uma história, mas a narratividade é criada pelas imagens e não pelo texto. Sobre as personagens, acredito que a idéia de estranhamento entre elas tenta dialogar com a obra de Antonioni. Antonioni, em muitos de seus filmes, desenvolveu sua crítica a partir das relações de um casal.

A reflexão que fiz de "Mira" não é dada pelo filme. Foi o que o filme me fez pensar. Outras pessoas terão outro tipo de reflexão, e isso demonstra a riqueza que uma obra aberta oferece a seu público.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Angelo,<br />
Concordo com o Vebis, tem espaço pra todo mundo (ou deveria ter). Porque afinal existem poucos espaço para o cinema criativo que não repete fórmulas e que não visa apenas o ganho nas bilheterias. E concordo com o que você disse sobre o curta ser um formato que possibilita maior experimentação. Isso por si só já justifica a existência de &#8220;Mira&#8221;.<br />
Nina,<br />
Se você não entendeu o filme, recomendo que reveja-o ou converse com o diretor, ele poderá elucidar suas dúvidas. Não é meu papel explicar o filme, meu texto pretende discutir alguns aspectos, fazer uma reflexão. Sair ofendendo as pessoas não vai ajudá-la a entender o filme. Além de ser feio, demonstra uma precariedade de argumentos.<br />
Raul,<br />
Concordo com suas colocações, a não ser sobre o filme não ser narrativo. &#8220;Mira&#8221; conta uma história, mas a narratividade é criada pelas imagens e não pelo texto. Sobre as personagens, acredito que a idéia de estranhamento entre elas tenta dialogar com a obra de Antonioni. Antonioni, em muitos de seus filmes, desenvolveu sua crítica a partir das relações de um casal.</p>
<p>A reflexão que fiz de &#8220;Mira&#8221; não é dada pelo filme. Foi o que o filme me fez pensar. Outras pessoas terão outro tipo de reflexão, e isso demonstra a riqueza que uma obra aberta oferece a seu público.
</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Comentário em Uma situação dramática por Vebis jr</title>
		<link>http://blog.kinoforum.org.br/2009/08/28/uma-situacao-dramatica/#comment-30353</link>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 14:57:29 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.kinoforum.org.br/2009/08/28/uma-situacao-dramatica/#comment-30353</guid>
					<description>Renato

Vi este curta em Ouro Preto quando o meu passou por lá. De fato a dramatização paraliza qualquer um. Ressalto ainda, no plano geral final, um dos zombadores correr com a camisa suja como troféu do exercito da vergonha vendo humilhado e humilhadores sumindo na profundidade de campo.
Fudido!
Este curta inclusive me sanou uma dificuldade de um futuro curta onde realizarei a drmatização de um cego que perdeu seu cão guia "travar" na calçada quando ouve a campainha de saída de garagem! Dramatizar momentos fugazes com louvor é o que torna muitos curtas legais aos nossos olhares!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Renato</p>
<p>Vi este curta em Ouro Preto quando o meu passou por lá. De fato a dramatização paraliza qualquer um. Ressalto ainda, no plano geral final, um dos zombadores correr com a camisa suja como troféu do exercito da vergonha vendo humilhado e humilhadores sumindo na profundidade de campo.<br />
Fudido!<br />
Este curta inclusive me sanou uma dificuldade de um futuro curta onde realizarei a drmatização de um cego que perdeu seu cão guia &#8220;travar&#8221; na calçada quando ouve a campainha de saída de garagem! Dramatizar momentos fugazes com louvor é o que torna muitos curtas legais aos nossos olhares!
</p>
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